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ÁFRICA (paises da Africa)

ÁFRICA

 

Um imenso continente que surpreende pela variedade de opções de turismo que se divide entre destinos como África do Sul, Namibia e os países que compõem o norte do continente como Marrocos, Tunísia e Egito.

 

Como atrativos, a África do Sul se divide entre a bela cidade de Cape Town – “Cidade do Cabo”, situada entre a majestosa Montanha da Mesa e as águas azuis do Oceano Atlântico. Sua área portuária no centro da cidade foi renovada no início dos anos 1990 e é hoje, o coração da cidade, onde tudo acontece em seus shoppings, bares, restaurantes e hotéis de alto nível.

 

As Reservas de Animais, principalmente na região do Kruger National Park, a maior de todas as reservas. Lá é possível um encontro com os “cinco grandes” ou “Big Five” (elefante, leão, leopardo, rinoceronte e búfalo).

 

Nestas Reservas é possível realizar safáris fotográficos, que representa  para a maioria dos visitantes o ponto alto de qualquer viagem pela África do Sul. Sendo ideal a hospedagem por 02 noites ao menos num Game Lodge particular, por exemplo, o hóspede tem o direito de se alimentar e realizar os safáris fotográficos, ao amanhecer e ao anoitecer, quando aumentam as chances de ver os animais. Cada safári dura em média 3 a 4 horas. Hoje, há aproximadamente 800 game lodge na África do Sul, sendo que 100 deles são classificados como luxo.

 

Novas reservas surgiram, como a Madikwe Game Reserve, situada perto de Sun City, na fronteira com Botsuana. É capaz de proporcionar paisagens diversificadas, com colinas e planícies, que muito se parecem com o Quênia.

·         Mala Mala Game Reserve possui o Rattrays, um novo e super-exclusivo Game Lodge, o primeiro a se destacar no mercado internacion al, com autêntico ambiente e uma freqüência sem igual dos “Cinco Grandes”.

·         Sabi Sabi,é outra Game Reserve que possui dois lodges: o elegante Busch Camp e o Ultra moderno Earth Camp.

·         Além do Madikwe Hills, um dos mais charmosos lodges da África, comporto de luxuosos bangalôs construídos entre rochas naturais no alto de uma colina, com belas vistas sobre a Reserva Madikwe Game Reserve

 

Sun City, a “Las Vegas da África”,  possui o hotel luxuoso, o The Palace, que motivou os brasileiros, a ser chamado de “o primeiro hotel seis estrelas do mundo”.  Vale pelo projeto arquitetônico e complexo de lazer.

 

Mas ir à África, pode ser uma viagem para todos os orçamentos e para os apreciadores de bons e diferentes roteiros, além dos safáris, vale pela Rota Jardim e a Rota do Vinho, além de um passeio pelo lendário  Trem Azul  “The Blue Train”.

 

A Rota Jardim, compreende a faixa litorânea entre Mossel Bay (perto da cidade de George) e Jeffrey’s Bay (perto de Port Elizabeth), que ganhou o apelido de “The Garden Route” ou “Rota Jardim”, devido à rica vegetação e belas paisagens de praias desertas, intercaladas com lagos e lagoas azuis, entre exuberantes florestas verdes, com as montanhas de Outeniqua  ao fundo. Por outro lado, apreciar o contraste do Karoo, árido e quase desértico.

 

Para apreciar a Rota Jardim, de excelente infra-estrutura rodoviária, uma das melhores e mais econômicas maneiras de conhecer a região é locar um carro em Cape Town (mão inglesa de direção – cuidado!) ou solicitar vans com motoristas.  Suas principais atrações são: Mossel Bay, um pequeno porto com réplicas da caravela de Bartolomeu Dias; Knysna, uma pequena e charmosa cidadezinha à beira do lago e Plettenberg Bay, um sofisticado balneário, além de Oudtswhoorn, um centro de criação de avestruzes do outro lado das montanhas e as cavernas de Cango.

 

Outra opção é a Rota do Vinho, para os apreciadores, próximo a Cape Town, principal região vinícola do país, onde o contraste entre as vinícolas brancas e o verde das montanhas ao fundo, são exuberantes.

 

O Trem Azul ou “The Blue Train”, é um dos lendários trens de luxo do mundo e quem opta por fazer uma viagem a bordo, percorrerá o trecho entre Pretópria e Cape Town, realizado desde 1946, quando reiniciou a rota inaugurada em 1923.

 

Considerado mais luxuoso do que o Orient Express, inclui caviar nas iguarias gastronômicas preparadas com requinte e oferece a oportunidade de viajar a bordo de suítes “Deluxe” (4 por vagão) e suítes Luxury (3 por vagão).

 

Outra opção em ferrovias pelo Rovos Rail “The Pride of África”, também luxuoso e com charme só dele, pois durante alguns trechos da viagem é possível viajar em locomotivas a vapor. Suas rotas na África do Sul variam entre Victoria Falls, Namíbia, Tamzânia e viagens específicas como Golf e Safáris em países do sudeste africano, que variam sua freqüência. As rotas mais freqüentes estão entre Pretória/Cape Town e Pretória/Victoria Falls.

 

A hospedagem pode ser escolhida entre suítes Pullman, Luxo e Royal (2 po vagão), sendo 36 suites e leva apenas 72 passageiros. Quer maior privacidade do que isso?

 

 

Namíbia é outro país africano, de extraordinário contraste entre montanhas, desfiladeiros, desertos, planícies e uma fauna das mais variadas da África. Possui grandes parque nacionais, como exemplo o Étosha National Park, de 22.000 km² (igual a área da Suíça) ao norte e o Namib- Naukluft, no litoral sul, com as dunas de areia do Sossusvlei (considerada as mais majestosas do mundo, com até 300 metros de altura).

A Namíbia surpreende pelo tamanho, e proporciona o “Wing Safári”, em aviões pequenos nos três ou quatro trechos internos, com possibilidade de fazer fotos incríveis das paisagens selvagens e inóspita da Costa dos Esqueletos, um temido e secular cemitério de navios.

 

Botsuana, ainda pouco atraente aos brasileiros, é alvo de visitas de quem aprecia a riqueza e variedade de sua fauna, sua diversidade de paisagens e por parecer intocável pelo homem. Sua grande atração é o Delta do rio Okavango, descrito como o único rio do mundo que nãp se encontra com o mar, pois desce as montanhas de Angola e por dispersão, se evapora nas quentes areias do Deserto do Kalahari.  Daí, resultga num “pantanal” que se forma na parte central da Moremi Game Reserve, que por concessão governamental várias operadoras de safáris constroem  acampamentos “camps” e realizam safáris “aquáticos” – geralmente em mokoros (canos típicas) e outros em jipes.

Para os mais ousados, no acampamento Abu Camp, no Delta dp Pkavango, é oferecido safáris montados em elefantes. O “Elephant Back Safáris”, com reserva antecipada.

O Chobe National Park, no extremo noroeste do país, próximo de Livinstose (Zâmbia) e Victoria Falls (Zimbábue) há as maiores manadas de elefantes, búfalos e leões da África.

 

O melhor de Botsuana, pode ser realizado em tour de 09 dias/07 noites, com saída de São Paulo para Johannesburg, em conexão para Livingstose (Vicotoria Falls) – Chobe National Park – Delta do Okavango e retornar por Livingstone via Johanesburg para São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Zâmbia e Zimbábue (ex- Rhodésia do Norte e do Sul), tiveram sua fronteira comum definida pelo percurso do Rio Zambezi, desde as Cataratas de Victoria no oeste até a fronteira de Moçambique no leste.

A cidade de Livingstone, situada ao norte das cataratas (no Zâmbia), ultrapassou sua cidade vizinha, Victoria Falls (no Zimbábue), como o principal centro de turismo na região, e sai dali os safáris em Botsuana, a menos der duas horas (de carro) de Chobe National Park.

 

O South Luangwa National Park, apesar de desconhecido dos brasileiros, é considerado um dos melhores parques do mundo, o que justifica seu deslocamento até lá.

 

Zâmbia – passeio até a Ilha de Livingstone (3 horas de duração), pelo nome não é atraente, porém vale repensar sua idéia e se as águas do Rio Zambezi permitir, nadar à beira do penhasco no meio das cataratas, somente é possível aqui, caso o volume de água esteja adequado.

 

Quênia – possui um litoral voltado para o Oceano Indico, e é o mais conhecido destino do turismo de massa europeu, devido ao grande número de hotéis na cidade de Mombasa, que atrai pelas praias e clima favorável.

São quase 1.000 km de litoral no Oceano Índico entre o Sul da Somália, Quênia e Tanzânia e o norte de Moçambique, que durante séculos foi berço de convivência entre os navegadores árabes e europeus e os habitantes africanos, que deixou sua marca na língua swahili e no estilo de construção “swahili” dos principais vilarejos e cidades da costa.

 

O pequeno vilarejo de Lamu, perto da fronteira com a Somália, foi descoberto por mochileiros e hippies nos anos de 1960,e na virada do século foi refúgio de milionários europeus, atraídos pelo ambiente e belíssima arquitetura. Ao sul de Mombasa, foram construídos hotéis no estilo “swahili”, a exemplo de Funzi Keys.

 

Tanzânia,  é considerada extensão para quem está em safári no Quênia. Lá estão as reservas do Serengeti, do Cratera de Ngorongoro e do Lago Manyara, com acomodação em charmosos lodges, que tem atraído mais que o Quênia, os turistas de todo o mundo.

 

No Serengeti National Park, a grande migração de animais que chegam do Quênia, entre setembro e novemrbo, e seguem para a parte sul entre desembro e abril – retornando do Quênia entre abril e julho é um espetáculo à parte.

Outra opção da Tanzânia é subir o Monte Kilimanjaro, o mas alto da África, com 5.895 metros de altitude. Além disso, a Ilha de Zanzibar, proporciona um passeio diferente, para quem gosta de combinar safári com dias de praia paradisíaca. Este lugar evoca a magia, o mistério e ro romance como nenhum outro lugar.

Para chegar até lá, os vôos diários diretor de Nairobi, Arusha ou Kilimanjaro. Não há vôos diretos de Johannesburg.

 

Moçambique, é o segundo maior país do mundo a ter o Português como idioma oficial depois do Brasil. É o terceiro em extensão territorial, depois de Brasil e Angola. Possui hotéis de altíssimo nível e fluxo pequeno de turistas brasileiros.

Sua capital é Maputo, antiga Lourenço Marques, tem em sua área portuária a lembrança de Salvador na Bahia de 30 anos atrás.

Como atrativo, as ilhas de Bazaruto, é um arquipélago de cinco ilhas, situadas a 15 km de distância da costa de Moçambique. Os safáris nas ilhas são justificados pela presença de crocodilos, macacos e 45 tipos de animais e pássaros, dentre eles os flamingos. É um atraente para mergulho, snorkel e pesca em alto mar.

As ilhas de Quirimba, 27 pequenas ilhas compõem este arquipélago, no extremo norte de Moçambique e foi o último destino africano a entrar na rota do turismo internacional. Hotéis de luxo foram inaugurados e outros tantos que lembram o cenário das Ilhas Maldivas. Para entrar na região, via nordeste de Johannerburg a 1.750 km em vôos freqüentes.

 

Madagascar –  quarta maior ilha do mundo, com extensão de 1.570 km, possui uma cadeia de montanhas que separa o chuvoso leste do seco lado oeste, e do semi-desertico lado sul. Infra estrutura precária para o turismo e pouco confortável. Seu melhor conforto pode ser encontrado na ilha de Nosy Be e outras ilhas menores na vizinhança.

 

Ilha Mauricio330 km de costa no Oceano ìndico, a 12 horas de vôo do Brasil, via Johannesburg, na África do Sul.

Possui praias paradisíacas, de tons verde e azul sob o sol que está sempre presente. Neste ponto,  o Oceano Índico é um “lago” tranqüilo, devido à presença dos recifes de coral. Ideal para lua de mel, os resorts são os grandes atrativos de Mauricio e todos com infraestrutura impecável.

Vale conhecer Port Louis, na capital há presença de povos e culturas, templos hindus e mesquitas muçulmanas e igrejas católicas. Conheça  o mercado municipal e sua exótica combinação de cores e aromas.

 

 

 

 

        

 



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